← Blog·Destinos

Emirados Árabes Unidos: guia completo de Dubai e Abu Dhabi

E
Equipe My Way
18 de agosto de 2026 · 16 min de leitura

Poucos destinos misturam tanto contraste quanto os Emirados Árabes Unidos. Num mesmo dia você toma café num souk centenário, sobe no prédio mais alto do mundo e termina vendo o pôr do sol nas dunas do deserto, de chinelo, com uma xícara de chá árabe na mão. Dubai e Abu Dhabi viraram sinônimo de futuro, mas guardam uma cultura árabe viva que muita gente ignora até chegar. Vamos organizar tudo isso pra você chegar tranquila, gastando o que faz sentido e sem gafe nenhuma.

🔹 Resposta rápida

Brasileiro não precisa de visto para turismo nos Emirados Árabes Unidos: a entrada é isenta por até 90 dias, bastando passaporte com validade mínima de 6 meses (confirme sempre as regras atuais antes de embarcar). A melhor época vai de novembro a março, quando o calor fica agradável; o verão é escaldante. Dá pra fazer uma viagem econômica ou estourar o cartão em luxo — os dois extremos convivem. Um detalhe importante: chamadas de voz por WhatsApp e FaceTime costumam ser bloqueadas no país, então uma boa VPN faz muita diferença. E sim, é um dos lugares mais seguros do mundo pra viajar.

O que fazer nos Emirados Árabes Unidos?

Os Emirados são sete, mas a viagem clássica gira em torno de dois: Dubai, a vitrine glamourosa e vertical, e Abu Dhabi, a capital, mais espaçada, cultural e institucional. A menos de duas horas de carro uma da outra, elas se complementam perfeitamente.

Em Dubai você tem arranha-céus, praias de água quente, shoppings que são passeios inteiros, o maior parque de camarões de compras do planeta e o deserto logo ali. Em Abu Dhabi, museus de peso, a mesquita mais fotogênica do Oriente Médio e a ilha dos parques temáticos. Some a isso Sharjah, a irmã cultural e conservadora, e você tem material pra uma semana cheia sem repetir emoção.

A My ajuda muito nessa parte: você conta o que curte — praia, cultura, adrenalina, compras — e ela monta um roteiro dia a dia já pensando na logística entre as cidades, nos horários das atrações e no ritmo que você aguenta. Nada de planilha caótica.

Quais são os principais destinos em Dubai?

Dubai é grande e se espalha ao longo da costa. Vale entender os polos antes de sair correndo.

  • Burj Khalifa e Downtown: o prédio mais alto do mundo (828 m) tem mirantes no 124º, 125º e 148º andares. Compre ingresso com antecedência e escolha o horário do pôr do sol — é disputadíssimo. Ali embaixo fica a Dubai Fountain, com shows de água e luz gratuitos à noite.
  • Dubai Mall: mais que shopping, é atração. Aquário gigante, pista de patinação no gelo, cachoeira interna e centenas de lojas. Reserve umas boas horas.
  • Dubai Marina e JBR: a Dubai vertical à beira d'água, com calçadão, praia pública, restaurantes e a roda-gigante Ain Dubai de cenário. Ótimo pra fim de tarde.
  • Palm Jumeirah: a ilha artificial em formato de palmeira, com o hotel Atlantis, o parque aquático Aquaventure e vistas de cartão-postal. O monorail cruza a "palmeira" inteira.
  • Safári no deserto: passeio quase obrigatório. Inclui dune bashing (aquele sobe-e-desce nas dunas de 4x4), sandboard, passeio de camelo e jantar com show sob as estrelas. Reserve com operadora confiável.
  • Dubai antiga, Al Fahidi e os souks: aqui bate o coração histórico. O bairro Al Fahidi (Bastakiya) tem vielas de casas de barro e torres de vento. Pegue um abra (barco de madeira) por poucos dirhams para cruzar o Creek até os souks do ouro e das especiarias. É a Dubai que emociona.
  • Museu do Futuro: aquele prédio oval com caligrafia árabe vazada que viralizou. Por dentro, exposições imersivas sobre tecnologia, espaço e sustentabilidade. Ingresso esgota rápido.

O que ver em Abu Dhabi e Sharjah?

Abu Dhabi tem outro tempo — mais respirável, mais institucional, e por isso mesmo encantadora.

  • Grande Mesquita Sheikh Zayed: uma das mesquitas mais deslumbrantes do mundo, toda em mármore branco, com 82 cúpulas e o maior tapete tecido à mão do planeta. A entrada é gratuita, mas exige traje adequado (mais sobre isso adiante). Vá no fim de tarde: o branco fica dourado e depois azulado.
  • Louvre Abu Dhabi: o braço do Louvre francês no Golfo, com arquitetura de Jean Nouvel e aquela "chuva de luz" que atravessa a cúpula perfurada. Acervo que passeia pela história da humanidade inteira.
  • Ferrari World e Yas Island: a ilha dos parques. O Ferrari World tem a montanha-russa mais rápida do mundo; ao lado ficam o Warner Bros. World e o parque aquático Yas Waterworld. Paraíso de quem viaja com criançada ou ama adrenalina.
  • Corniche: a orla de Abu Dhabi, com ciclovia, praia urbana e skyline. Perfeita pra caminhar ou alugar bike ao pôr do sol.

Sharjah, a apenas 30 minutos de Dubai, é a capital cultural dos Emirados. Tem museus excelentes (o de Civilização Islâmica é ótimo), o charmoso Souq Al Arsah e uma pegada mais tradicional. Atenção: Sharjah é seco — não se vende álcool no emirado, e as regras de vestimenta são mais rígidas.

Qual a melhor época para visitar os Emirados?

A janela de ouro vai de novembro a março. Nesses meses as temperaturas ficam entre agradáveis e quentinhas (uns 20 a 30 °C), com céu limpo, perfeitas pra praia, deserto e passeios a pé. É também a alta temporada, então preços de hotel sobem e as atrações lotam.

De junho a setembro é o verão escaldante: passa dos 45 °C com facilidade e uma umidade que gruda. Muita coisa vira "de shopping em shopping", com ar-condicionado no talo. A vantagem é o preço — hotéis de luxo caem bastante. Se você aguenta calor extremo e quer economia, pode valer.

Os meses de transição (abril, maio, outubro) são um meio-termo: ainda quentes, mas com menos gente e tarifas mais amigáveis. Fique de olho também no Ramadã (datas mudam a cada ano), quando o ritmo da cidade muda — falamos disso mais abaixo.

Emirados Árabes Unidos

Quantos dias ficar? Roteiros sugeridos

Depende do fôlego e do orçamento, mas aqui vão referências que funcionam:

  • 4 a 5 dias (só Dubai): Burj Khalifa + Downtown, Dubai Mall, Marina e JBR, um dia de Dubai antiga (Al Fahidi, abra e souks), safári no deserto e Palm Jumeirah. Dá pra sentir a cidade sem correria.
  • 6 a 7 dias (Dubai + Abu Dhabi): o clássico. Some ao roteiro de Dubai um ou dois dias em Abu Dhabi (Grande Mesquita, Louvre, Yas Island). Uma bate-volta a Sharjah cabe bem aqui.
  • 8 a 10 dias: para curtir com calma, incluir praia de verdade, um dia inteiro de parques, talvez um pulo a outro emirado como Ras Al Khaimah (montanhas e a tirolesa mais longa do mundo) ou até um bate-volta ao Omã.

Conte pra My quantos dias você tem e o que não pode faltar; ela distribui as atrações de um jeito que evita zigue-zague e respeita o calor do meio-dia.

Preciso de visto para os Emirados Árabes Unidos?

Boa notícia: brasileiro não precisa de visto para turismo. A entrada é isenta por até 90 dias (dentro de um período de 180 dias), bastando apresentar o passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da data de entrada. Na imigração pode ser pedido comprovante de hospedagem e passagem de saída.

Regras de imigração mudam, então confirme sempre no consulado dos Emirados ou em fonte oficial antes de embarcar. Se a viagem tiver escala em outro país, cheque também as exigências de trânsito.

E não esqueça do seguro viagem: nos Emirados um atendimento médico particular é caríssimo, e uma apólice decente resolve de dor de garganta a acidente no deserto. Dá pra comparar planos com desconto pelo Seguros Promo — é o tipo de coisa que você espera nunca usar, mas dorme melhor sabendo que tem.

Como funciona internet, chip e eSIM?

O jeito mais prático de chegar já conectada é o eSIM: você ativa antes de sair do Brasil e, ao pousar, o celular pega dados sozinho, sem procurar loja nem trocar chip. O Airalo tem planos específicos para os Emirados a preços honestos — ideal pra usar mapa, chamar Careem e postar os stories.

Se preferir chip físico local, as operadoras Etisalat (e&) e Du vendem SIMs de turista no aeroporto, mas envolve fila e documento. Pra maioria, o eSIM economiza tempo e dor de cabeça.

Por que a VPN é tão importante nos Emirados?

Esse é um ponto que pega MUITA gente de surpresa, então presta atenção. Nos Emirados, as chamadas de voz e vídeo por aplicativos VoIP — WhatsApp, FaceTime, Messenger — costumam ser bloqueadas. Você usa o WhatsApp normalmente pra mensagem, texto e foto, mas na hora de ligar por chamada, simplesmente não completa.

A solução que funciona é uma VPN. Com ela ativa, você consegue fazer aquelas chamadas de voz e vídeo para a família no Brasil sem frustração. O NordVPN é uma opção sólida e fácil de usar — deixe instalado e configurado antes de viajar, porque baixar já no país pode ser mais chato. Além das chamadas, a VPN protege sua conexão em Wi-Fi público de hotel e aeroporto. Para os Emirados, considere quase item de mala.

Emirados Árabes Unidos

Dinheiro, cartão e como pagar

A moeda é o dirham dos Emirados (AED), atrelado ao dólar americano (a cotação é praticamente fixa, em torno de 3,67 AED por dólar). Isso facilita a conta de cabeça e evita surpresa cambial.

Os Emirados são altamente digitais: cartão é aceito em praticamente tudo, de shopping de luxo a táxi e até em muitos souks. O ideal é levar um cartão sem IOF, que economiza os quase 3,5% de imposto que os cartões comuns cobram em compras internacionais. Uma opção interessante é o cartão da Ether.fi Cash, que funciona sem IOF e é ótimo pra usar no exterior.

Vale carregar um pouco de dinheiro vivo para gorjetas, o barco abra e compras miúdas no souk, mas não precisa de maço grosso. Casas de câmbio ("exchange") nos shoppings costumam ter boas taxas se precisar sacar.

Lembrando: a My não faz câmbio, não vende nada e não é agência — ela te ajuda a planejar, comparar ideias e organizar o roteiro. Reservas e pagamentos você faz direto nos sites oficiais.

Aluguel de carro, PID e transporte

Dirigir nos Emirados é uma delícia: estradas impecáveis, sinalização clara e tudo largo. Para alugar, brasileiros geralmente podem usar a Permissão Internacional para Dirigir (PID) junto com a CNH válida — confirme a exigência com a locadora ao reservar.

Dois avisos importantes: os radares são implacáveis e as multas por excesso de velocidade são altíssimas, então respeite os limites à risca. E estacionar no centro pode custar e confundir.

A boa notícia é que muita gente viaja aos Emirados sem alugar carro. O Metrô de Dubai é limpo, moderno, barato e conecta boa parte das atrações (Downtown, Marina, Mall of the Emirates). Some a isso os táxis oficiais e o app Careem (o "Uber" da região, também há Uber), e você resolve praticamente tudo. Carro faz mais sentido se for explorar Abu Dhabi, o deserto por conta própria ou os emirados vizinhos.

Onde ficar nos Emirados por faixa de preço

Tem opção pra todo bolso, o que surpreende quem só imagina luxo:

  • Econômico: sim, existem hostels e hotéis simples em Dubai, principalmente nas regiões de Deira, Bur Dubai e Al Rigga — mais próximas da Dubai antiga e bem servidas de metrô. Diárias camaradas e cultura de rua na porta.
  • Intermediário: hotéis 3 e 4 estrelas em Business Bay, perto da Marina ou em Barsha, com boa localização e piscina. Ótimo custo-benefício fora da alta temporada.
  • Alto padrão e luxo: aqui Dubai brilha. Do Atlantis na Palm aos resorts com praia privativa, passando pelo icônico Burj Al Arab. Em Abu Dhabi, o Emirates Palace é uma experiência à parte.

Dica: hospedagem perto de uma estação de metrô economiza tempo e dinheiro em Dubai. A My pode sugerir bairros conforme seu estilo e te dizer o que fica perto do quê.

Quanto custa uma viagem aos Emirados?

A verdade honesta: dá pra fazer econômico ou estourar o cartão, e os dois são possíveis na mesma cidade.

No modo econômico, com hostel, refeições em restaurantes indianos e libaneses (deliciosos e baratos), metrô e atrações gratuitas (praias, Dubai Fountain, mesquita, souks), a viagem cabe num orçamento controlado. No modo luxo, com resort na Palm, jantares em rooftops e passeios premium, o céu é o limite.

O maior gasto costuma ser a passagem aérea e a hospedagem. Comprar voo com antecedência e flexibilidade de data ajuda muito — dá pra comparar rotas e preços pelo Kiwi e achar boas conexões via Europa ou Oriente Médio. Comida de rua, água e transporte público são baratos; atrações turísticas e bebida alcoólica é que pesam.

Emirados Árabes Unidos

Costumes, leis e o que respeitar

Os Emirados são um país muçulmano, e viajar com respeito à cultura local faz toda a diferença. Nada de alarmismo: turistas circulam tranquilos o tempo todo. Mas alguns pontos merecem atenção:

  • Roupa: em locais públicos, shoppings e ruas, opte por roupas que cubram ombros e joelhos — nada de decote profundo ou shortinho no dia a dia. Na praia e na piscina do hotel, biquíni é liberado normalmente. Em mesquitas, mulheres precisam cobrir cabelo, braços e pernas (a Grande Mesquita empresta ou tem loja de abaya).
  • Álcool: só é vendido em locais licenciados — hotéis, bares e restaurantes autorizados. Não se bebe em via pública e dirigir alcoolizado é levado a sério (tolerância zero). Em Sharjah, não há venda de álcool.
  • Ramadã: durante o mês sagrado, evite comer, beber ou fumar em público durante o dia por respeito a quem jejua. Muitos restaurantes ajustam horários. À noite a cidade ganha vida com os banquetes de Iftar — uma experiência linda de viver.
  • Gestos de afeto: demonstrações públicas muito calorosas (beijos, abraços longos) são mal-vistas. Mão dada tudo bem, o resto com discrição.
  • Fotos: peça permissão antes de fotografar pessoas, especialmente mulheres locais, e evite fotografar prédios governamentais e militares.

São regras simples de bom senso. Quem respeita é sempre bem recebido — a hospitalidade árabe é genuína.

Os Emirados são seguros?

Muito. Os Emirados estão entre os países mais seguros do mundo para turistas, com índices de criminalidade baixíssimos e forte presença de segurança. É comum ouvir de viajantes que se sentiram tranquilas andando à noite, algo raro em muitos destinos. Furtos são incomuns, mas o cuidado básico com pertences vale em qualquer lugar do planeta. Para mulheres viajando sozinhas, costuma ser uma experiência muito confortável.

Dubai x Abu Dhabi: qual é a sua?

CritérioDubaiAbu Dhabi
VibeVertical, glamourosa, agitadaEspaçosa, cultural, institucional
ÍconesBurj Khalifa, Dubai Mall, MarinaGrande Mesquita, Louvre, Yas Island
RitmoAcelerado, noite intensaMais calmo e familiar
ComprasSouks e megashoppingsMais discreta
Parques temáticosAquaventure (Palm)Ferrari World, Warner Bros.
Ideal paraPrimeira viagem, agito, comprasCultura, família, tranquilidade

O que fazer conforme o seu perfil

PerfilProgramas certeiros
Casal românticoJantar em rooftop, safári com show, praia na Palm
Família com criançasFerrari World, Aquaventure, aquário do Dubai Mall
AventureiroDune bashing, sandboard, tirolesa em Ras Al Khaimah
Amante de culturaAl Fahidi, souks, Louvre, Grande Mesquita
Fã de comprasDubai Mall, Mall of the Emirates, Gold Souk
EconômicoPraias públicas, mesquita, Dubai Fountain, comida de rua

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para os Emirados Árabes Unidos?

Não para turismo. A entrada é isenta de visto por até 90 dias, com passaporte válido por no mínimo 6 meses. Confirme as regras atuais no consulado antes de viajar, pois podem mudar.

O WhatsApp funciona nos Emirados? Preciso de VPN?

Mensagens, textos e fotos funcionam normalmente. O que costuma ser bloqueado são as chamadas de voz e vídeo por WhatsApp e FaceTime. Para ligar por chamada, use uma VPN como o NordVPN — instale antes de viajar.

Qual a melhor época para ir aos Emirados?

De novembro a março, quando o clima fica agradável. O verão (junho a setembro) é escaldante, com mais de 45 °C, embora os hotéis fiquem mais baratos nessa época.

Os Emirados são caros?

Podem ser, mas não precisam. Dá pra fazer uma viagem econômica com hostel, comida de rua, metrô e atrações gratuitas, ou estourar o cartão em resorts e jantares de luxo. Você controla o orçamento.

O que devo vestir nos Emirados?

Roupas moderadas em locais públicos (ombros e joelhos cobertos). Biquíni é liberado em praias e piscinas de hotel. Em mesquitas, mulheres cobrem cabelo, braços e pernas.

Preciso alugar carro?

Não obrigatoriamente. O Metrô de Dubai, os táxis e o app Careem resolvem a maior parte dos passeios. Carro faz sentido para explorar Abu Dhabi, o deserto ou os emirados vizinhos. Brasileiros costumam poder dirigir com PID + CNH.

Posso beber álcool nos Emirados?

Sim, em locais licenciados como hotéis, bares e restaurantes autorizados. Não se bebe em via pública, e Sharjah não vende álcool. Dirigir alcoolizado tem tolerância zero.

Qual moeda levar e como pagar?

A moeda é o dirham (AED), atrelado ao dólar. Cartão é aceito em quase tudo — leve um sem IOF para economizar. Um pouco de dinheiro vivo ajuda em gorjetas e no souk.

Quantos dias são ideais?

De 4 a 5 dias só para Dubai, ou 6 a 7 dias para combinar Dubai e Abu Dhabi com folga. Com 8 a 10 dias dá para incluir praia, parques e até um bate-volta ao Omã.

Continue planejando o Oriente Médio

Se pegou gosto pela região, vale conhecer os vizinhos: dá o pulo ao Catar, moderno e a poucas horas de voo, e ao Omã, o lado mais autêntico e montanhoso da Península Arábica.

Planeje seus Emirados com a My

Montar uma viagem aos Emirados envolve encaixar cidades, calor, atrações que esgotam e um orçamento que pode variar muito — e é exatamente aí que a My entra. Você conta seu estilo, seus dias e seu bolso, e ela monta um roteiro dia a dia, sugere bairros, organiza a ordem dos passeios e responde suas dúvidas na hora, como uma amiga que já conhece Dubai de cor.

A My não reserva, não vende e não faz câmbio — ela planeja com você, do jeito honesto. Experimente grátis por 7 dias em getmyway.app/app e veja seu roteiro dos Emirados ganhar forma antes mesmo de comprar a passagem. Yalla, bora viajar!

Planeje a próxima viagem conversando.

7 dias grátis, sem cartão. A My monta seu primeiro roteiro em 2 minutos.

Começar grátis

Veja como funciona o planejador de roteiro com IA e a divisão de gastos em grupo.

Continue planejando

Ver todos os artigos →