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O que fazer em Mendoza: vinícolas, roteiro, onde ficar e dicas (2026)

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Equipe My Way
5 de julho de 2026 · 8 min de leitura

Mendoza é o destino de vinho da Argentina — e um dos melhores do mundo pra quem quer taça na mão, Cordilheira dos Andes na janela e o dia todo com cara de domingo. Aqui a gente resume tudo: as vinícolas que valem a visita, um roteiro de 3 dias, onde ficar por faixa de preço, como se locomover (spoiler: não dirija se for degustar) e quando ir pra pegar a vindima.

🔹 Resposta rápida Quantos dias? 3 a 4 dias dão conta das vinícolas e de um bate-volta na montanha. As três regiões de vinho: Maipú (mais perto e barato), Luján de Cuyo (o berço do Malbec) e Valle de Uco (o mais bonito e alto, lodges de luxo). A uva rainha: Malbec (peça também Bonarda e Cabernet Franc). Vindima (colheita): de fevereiro a abril, e a Fiesta Nacional de la Vendimia tem seu Acto Central no primeiro sábado de março. Além do vinho: rota de Alta Montanha até o Puente del Inca e o mirante do Aconcágua, e as Termas de Cacheuta. Regra de ouro: se for degustar, não dirija — vá de excursão, transfer ou bike.

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O que fazer em Mendoza

1. Visitar bodegas (vinícolas). É o coração de tudo. Você escolhe entre três regiões (mais sobre elas na tabela) e faz de 2 a 3 visitas por dia — mais que isso vira maratona. Sempre com hora marcada.

2. Degustações e almoços harmonizados. Muitas bodegas servem almoço de vários tempos com cada prato casado a um vinho. É a experiência mais gostosa de Mendoza — reserve com antecedência, porque as boas lotam.

3. Parque General San Martín. O pulmão verde da cidade, enorme, com lago, roseiral e o Cerro de la Gloria lá no alto pra ver Mendoza inteira. Ótimo pra uma manhã leve antes das vinícolas.

4. Rota de Alta Montanha. Um dia inteiro subindo os Andes rumo ao Chile: Puente del Inca (a formação de rocha cor de ferrugem), o mirante do Aconcágua (o pico mais alto das Américas, 6.960 m) e paisagens de tirar o fôlego. Vá de excursão — a estrada é longa e a altitude pesa.

5. Termas de Cacheuta. Piscinas termais encravadas na montanha, a uns 40 min da cidade. Perfeito pra relaxar depois de dois dias de taça.

6. Bike entre as vinícolas de Maipú. Aluga-se bicicleta e pedala de bodega em bodega pela zona de Maipú, tudo pertinho e plano. Divertido, barato e você não precisa dirigir depois do vinho.

Garrafas de vinho numa bodega de Mendoza

Roteiro de 3 dias em Mendoza

Dia 1 — Luján de Cuyo (o berço do Malbec). Duas ou três bodegas clássicas, almoço harmonizado no meio do dia. Fim de tarde de volta à cidade, jantar de parrilla no centro.

Dia 2 — Valle de Uco. O dia mais cênico: vinhedos altos com os Andes emoldurando tudo. Saia cedo (fica mais longe), faça almoço numa bodega-restaurante e volte no fim do dia. É o dia pra caprichar na reserva.

Dia 3 — Alta Montanha OU Maipú de bike. Se quer natureza, suba pra ver o Aconcágua e o Puente del Inca. Se quer mais vinho num ritmo leve, pedale por Maipú. Feche o dia nas Termas de Cacheuta.

Taça de Malbec, o vinho símbolo de Mendoza

Onde ficar em Mendoza — regiões e melhores hotéis por faixa

Centro de Mendoza: prático, cheio de restaurante e vida noturna, base fácil pra excursões que te buscam no hotel. Chacras de Coria: vilarejo charmoso perto de Luján de Cuyo, clima de interior, ótimo custo-benefício. Valle de Uco: os lodges de vinhedo mais lindos, imersão total — ideal pra uma ou duas noites de comemoração.

Estes são nomes conhecidos pra você usar de referência — sempre confirme disponibilidade e preço na sua data (na vindima lota):

Econômico

  • Chill Inn Hostel e Hostel Lao — no centro, simpáticos e em conta.
  • Ecohostel Mendoza — clima descontraído, bom pra conhecer gente.

Conforto

  • Villaggio Hotel Boutique e Hotel Argentino — centro, bem localizados.
  • Casa Glebinias — em Chacras de Coria, charmoso e tranquilo.

Luxo

  • Park Hyatt Mendoza — o clássico de luxo no centro, na Plaza Independencia.
  • Cavas Wine Lodge (Luján de Cuyo) e Casa de Uco / The Vines Resort & Spa / Rosell Boher Lodge (Valle de Uco) — lodges de vinhedo com Andes na varanda.

Rua arborizada no centro de Mendoza, com os Andes ao redor

Onde comer em Mendoza

  • Parrilla + Malbec. A dupla perfeita. Bife de chorizo, provoleta na entrada e uma taça de tinto local.
  • Almoços harmonizados nas bodegas. A refeição-experiência da viagem. Vale o investimento e a reserva antecipada.
  • Empanadas mendocinas. Recheio caprichado, massa assada. Pedida certeira pra um almoço rápido.
  • Azeites de oliva. Mendoza também é terra de olivais — muitas visitas incluem prova de azeite.
  • Doces regionais. Doce de leite, alfajores e frutas em calda pra fechar.

Como se locomover em Mendoza

  • Excursões e transfers de vinícola: a forma mais esperta. Alguém dirige, você degusta em paz. Contrate um tour por região (Maipú, Luján ou Uco).
  • Carro alugado: possível com CNH + Permissão Internacional para Dirigir (PID). Mas lembre: quem degusta não dirige. Bom só se um do grupo ficar sem beber.
  • Bike em Maipú: as bodegas ficam coladas e o terreno é plano — passeio clássico e seguro.
  • Apps: táxi e apps de corrida funcionam bem na cidade. Entre vinícolas, combine transfer com antecedência.

Como chegar a Mendoza

De avião, saindo de Buenos Aires, é só ~1h50 de voo. Vale comparar preços e datas no Kiwi — às vezes a diferença compensa muito. De ônibus, é uma viagem longa (uns 13–14h desde Buenos Aires), mas confortável nos leitos-cama e bem mais barata. Se vier do Chile, a travessia dos Andes por terra é uma das mais bonitas da América do Sul.

Quando ir a Mendoza

  • Vindima (fev–abr): a época mágica. Vinhedos carregados, colheita a todo vapor e a Fiesta Nacional de la Vendimia, que enche a cidade de shows e desfiles. Reserve hotel com muita antecedência.
  • Primavera (set–nov): dias amenos, flores por toda parte, menos gente. Lindíssimo.
  • Verão: quente e seco durante o dia; noites agradáveis.
  • Inverno: frio, ideal pra quem quer combinar com neve nas montanhas.

Quantos dias? 3 dias é o mínimo confortável; 4 se quiser encaixar montanha e termas sem correria.

Quanto custa? Varia muito por perfil — hostel e bodegas mais simples deixam a viagem econômica; lodges no Uco e almoços harmonizados sobem rápido. A My monta uma estimativa de custos pela quantidade de pessoas e ainda registra seus gastos em qualquer moeda com conversão automática, já dividindo a conta do grupo.

As três regiões de vinho comparadas

RegiãoDistância do centroVibe
Maipú~20–30 minMais próxima e acessível; ótima de bike, bodegas familiares
Luján de Cuyo~30–45 minO berço do Malbec; bodegas icônicas e boa estrutura
Valle de Uco~1h–1h30A mais alta e cênica; lodges de luxo, foco em experiência

Antes de ir

Três coisas que salvam a viagem:

  • Seguro viagem: obrigatório na cabeça e no bolso. Compare no Seguros Promo.
  • Cartão sem IOF: pra pagar em pesos sem levar tarifa. Dá uma olhada no ether.fi Cash (paga via Pix).
  • eSIM: internet ao chegar, sem trocar chip. Resolve no Airalo.

E veja tudo no guia completo da Argentina.

Perguntas frequentes sobre Mendoza

Precisa agendar as vinícolas?

Sim. Quase todas as bodegas só recebem com hora marcada, e as com almoço lotam. Reserve com dias de antecedência (semanas, na vindima).

Dá pra ir sem carro?

Dá, tranquilo. Excursões e transfers te buscam no hotel, e em Maipú você pedala. Na real, é o jeito recomendado — quem degusta não deve dirigir.

Quantas bodegas dá pra visitar por dia?

De 2 a 3. Mais que isso vira cansaço e você não aproveita nenhuma direito.

Qual região escolher se for só um dia?

Luján de Cuyo pelo Malbec clássico, ou Valle de Uco pela paisagem. Maipú se quiser algo perto e de bike.

Preciso entender de vinho?

Não. As visitas explicam tudo do zero, do parreiral à taça. É pra curtir, não pra provar conhecimento.

Vale a pena a Alta Montanha?

Muito, se você gosta de natureza. Um dia inteiro, mas as paisagens do Aconcágua compensam.

Mendoza é cara?

Dá pra fazer econômica ou luxuosa. O que pesa é o câmbio e o quanto você investe em almoços e lodges.

Mendoza organizada com a My

Vinícola tem hora marcada, o Valle de Uco fica longe, a montanha toma o dia todo e ainda tem a conta do grupo pra dividir. É muita logística pra deixar solta.

Conta pra My quantos dias você tem e o que curte, que ela monta o roteiro dia a dia com mapa e rota entre as bodegas, checa o clima, estima os custos pela quantidade de pessoas, registra os gastos em qualquer moeda com conversão automática e ainda divide a conta. Coloca lembrete de cada reserva, monta a mala e os documentos, e funciona no celular como app (PWA). São 7 dias grátis pra testar. Comece em getmyway.app — do primeiro sonho à última lembrança.

Leia também: guia completo da Argentina · Buenos Aires · Bariloche · Ushuaia.

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