← Blog·Destinos

O que fazer no Peru: guia completo com 12 dicas essenciais para 2026

E
Equipe My Way
9 de julho de 2026 · 11 min de leitura

Se você está pesquisando o que fazer no Peru, respira fundo: dá pra montar uma viagem incrível sem enlouquecer com logística. O Peru junta ruína inca, deserto, montanha altíssima e comida de dar água na boca — tudo num país só. Aqui vai o mapa completo pra você começar com o pé direito. ✈️

🔹 Resposta rápida Brasileiras podem entrar no Peru sem visto para turismo, usando RG recente e em bom estado ou a nova CIN (acordo do Mercosul) — o passaporte também vale. A moeda é o sol peruano (PEN), mas dólar circula em muitos lugares turísticos. A grande atenção da viagem é a altitude: Cusco fica a ~3.400 m e o Lago Titicaca a ~3.800 m, então o soroche (mal de altura) é real. A melhor época costuma ser a estação seca (maio a setembro). Regras de entrada mudam — confirme no site oficial antes de viajar.

🔗 Alguns links deste guia são de parceiros que a gente usa e recomenda — usando, você ajuda a manter o blog, sem custo extra.

O que fazer no Peru

O Peru é daqueles destinos que rendem uma vida inteira de história. Pra facilitar, pense em cinco bases e vá encaixando os dias:

  • Lima — a capital à beira-mar, capital gastronômica da América do Sul. Ótima porta de entrada.
  • Cusco — o coração inca, cheia de charme colonial. Sua base pra aclimatação e passeios.
  • Machu Picchu — a cidade perdida dos incas, o motivo número um de tanta gente ir ao Peru.
  • Vale Sagrado — vilarejos, mercados e ruínas entre montanhas, perfeito pra ir subindo de altitude devagar.
  • Lago Titicaca — o lago navegável mais alto do mundo, com as ilhas flutuantes dos Uros.

Uma viagem redonda costuma combinar Lima + Cusco + Vale Sagrado + Machu Picchu em 7 a 10 dias. Se sobrar tempo, o Titicaca fecha com chave de ouro.

Paisagem das montanhas dos Andes no Peru

Precisa de visto ou passaporte para o Peru?

Boa notícia: para turismo, brasileiras não precisam de visto para o Peru. Pelo acordo do Mercosul, dá pra entrar com o RG (documento original, recente e em bom estado de conservação) ou com a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). O passaporte também é aceito e, para alguns, é o documento mais tranquilo de usar em imigração.

A permanência como turista costuma ser concedida por até 90 dias, definida pelo agente de imigração na entrada. Leve o comprovante de hospedagem e, se pedirem, passagem de volta.

⚠️ Regras de entrada, prazos e documento aceito podem mudar. Confirme no site oficial antes de viajar (Ministério das Relações Exteriores / consulado do Peru).

Documentos

Junte tudo antes de fechar a mala:

  • Documento de identidade original válido (RG recente, CIN ou passaporte).
  • Cópia digital e física dos documentos, guardadas separadas do original.
  • Comprovante de hospedagem e, se possível, de passagem de volta.
  • Seguro viagem (mais sobre isso lá embaixo).
  • Se for com crianças, verifique regras de autorização de viagem de menores.

Na My, a seção de mala e documentos ajuda você a listar e marcar cada item, pra não descobrir na fila do embarque que faltou algo.

Chip, eSIM e internet

O jeito mais prático de chegar conectada é com um eSIM ativado antes de sair de casa — você desce do avião com internet funcionando, sem procurar loja de chip. O Airalo tem planos de dados para o Peru que você instala em minutos.

Se for usar Wi-Fi de hotel, café ou aeroporto, vale proteger sua conexão com uma VPN como a NordVPN, principalmente ao acessar banco ou fazer login em redes abertas.

Dinheiro: sol, câmbio e pagamentos

A moeda oficial é o sol peruano (PEN). Em áreas turísticas, o dólar americano também é aceito em muitos lugares, mas o troco costuma vir em sol e o câmbio na loja nem sempre é o melhor — evite depender só do dólar. Não crave nenhuma cotação fixa: consulte o câmbio do dia antes de trocar.

Dicas que ajudam:

  • Troque uma parte em sol para gastos do dia a dia (feiras, táxi, gorjeta).
  • Cartão é bem aceito em hotéis, restaurantes e lojas maiores; leve algum dinheiro vivo para lugares menores.
  • Confira notas — evite notas rasgadas ou muito velhas, que às vezes são recusadas.

Uma opção esperta pra pagar sem levar IOF alto é um cartão internacional sem IOF como o da ether.fi: você carrega por Pix e paga em qualquer moeda sem conversão embutida.

Na hora de organizar tudo, a My registra seus gastos em qualquer moeda com conversão automática, faz a divisão de gastos entre a galera e ainda dá uma estimativa de custos considerando o número de pessoas. Lembrando: a My não faz câmbio nem vende moeda — ela só te ajuda a acompanhar.

Rua de uma cidade histórica no Peru

Precisa de PID para dirigir/alugar carro?

Se você pretende alugar carro, o recomendado é levar a Permissão Internacional para Dirigir (PID) junto com a CNH brasileira válida. A PID é emitida pelo Detran antes da viagem. Muita gente, porém, nem aluga carro no Peru — os deslocamentos entre cidades costumam ser de avião, ônibus ou trem, e nas cidades históricas se anda bastante a pé. Regras de locadoras variam, então confirme com a empresa antes.

Tomada e voltagem

No Peru a rede é de 220V e as tomadas aceitam pinos dos tipos A e C (os planos e os redondos comuns). A maioria dos aparelhos de viagem (carregadores de celular, notebook) é bivolt, mas confira a etiqueta antes de plugar. Um adaptador universal resolve qualquer surpresa.

Como ir de uma cidade a outra

  • Voos internos: a forma mais rápida de cruzar o país (Lima–Cusco, por exemplo, é um voo curto que economiza horas de estrada). Compare rotas e preços de passagens pela Kiwi.
  • Ônibus: confortáveis e populares para trechos como Cusco–Puno (Titicaca), com paisagens lindas pelo caminho.
  • Trem para Machu Picchu: o trecho final até Aguas Calientes é feito de trem (saindo de Ollantaytambo ou de Cusco). Reserve com antecedência, porque lota.

A My tem diário de voos e monta o mapa com a rota da sua viagem, pra você visualizar como cada cidade se conecta.

Como lidar com a altitude (soroche)

Essa é a dica de saúde mais importante do guia. 💛 O soroche (mal de altura) acontece porque o ar tem menos oxigênio em grandes altitudes — e cidades como Cusco (~3.400 m) e o Titicaca (~3.800 m) estão bem alto. Sintomas comuns: dor de cabeça, falta de ar, enjoo, cansaço e sono ruim.

O que costuma ajudar:

  • Suba devagar. Muita gente começa pelo Vale Sagrado (mais baixo que Cusco) para aclimatar antes.
  • Descanse no primeiro dia. Nada de trilha pesada assim que chegar.
  • Beba bastante água e vá leve na comida.
  • Evite álcool nas primeiras horas.
  • Chá de coca é tradicional na região e muita gente usa para aliviar.
  • Sentiu sintomas fortes, procure ajuda médica — em casos raros o quadro é sério.

Se você tem alguma condição de saúde, converse com seu médico antes de viajar sobre altitude e possíveis medicamentos.

Onde ficar no Peru

Pense na hospedagem por base:

  • Lima: Miraflores e Barranco, bairros seguros, à beira-mar e com boa gastronomia.
  • Cusco: perto da Plaza de Armas ou no bairro de San Blas, charmoso e a pé de tudo.
  • Vale Sagrado: Urubamba ou Ollantaytambo, mais baixos e tranquilos — ótimos pra aclimatar.
  • Aguas Calientes: vila ao pé de Machu Picchu, prática pra quem quer subir cedo.
  • Titicaca: Puno é a base urbana; dá também pra dormir numa família local nas ilhas.

Paisagem natural de lago e montanhas no Peru

Melhor época

A estação seca (maio a setembro) é a mais procurada: dias de sol, céu aberto e menos chuva nas trilhas — perfeita para Machu Picchu e o Vale Sagrado. Em compensação, é alta temporada, com mais gente e preços mais altos. A estação de chuvas (novembro a março) deixa a paisagem verdíssima e mais vazia, mas com risco de chuva e, às vezes, trilhas interditadas. Lima, no litoral, tem clima próprio e costuma ser nublada no inverno.

Na My, o clima por cidade mostra a previsão de cada parada, pra você ajustar o roteiro sem sustos.

Segurança, saúde e seguro

O Peru é seguro para turismo com os cuidados de sempre: atenção com pertences em locais cheios, táxis por aplicativo e nada de exibir muito dinheiro. Cuidado redobrado com a altitude (veja acima) e com água — prefira água engarrafada.

O item que não pode faltar é o seguro viagem: ele cobre imprevistos médicos, inclusive relacionados ao mal de altura, e dá tranquilidade caso precise de atendimento longe de casa. Compare planos na Seguros Promo.

Quanto custa

O Peru cabe em vários bolsos. Dá pra viajar econômica com hostels, comida de mercado e ônibus, ou subir o padrão com hotéis-boutique, restaurantes premiados e o trem panorâmico até Machu Picchu. Os maiores gastos costumam ser passagem aérea, ingresso e transporte para Machu Picchu e hospedagem. Não dá pra cravar valores fixos (variam com câmbio e temporada), mas a estimativa de custos da My — que já considera o número de pessoas — ajuda você a montar um orçamento realista antes de fechar nada.

Tabela: as cidades do Peru de relance

Cidade / regiãoMelhor épocaQuantos diasVibe
LimaAno todo (dez–mar mais ensolarado)2 a 3Capital gastronômica à beira-mar
CuscoMaio a setembro2 a 3Coração inca, charme colonial
Vale SagradoMaio a setembro1 a 2Ruínas e mercados entre montanhas
Machu PicchuMaio a setembro1 a 2A joia inca, imperdível
Lago TiticacaMaio a setembro1 a 2Lago altíssimo e cultura viva

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para o Peru?

Não para turismo. Dá pra entrar com RG recente e em bom estado, CIN ou passaporte, pelo acordo do Mercosul. Confirme no site oficial antes de viajar, porque regras mudam.

Qual a moeda do Peru?

O sol peruano (PEN). O dólar circula em áreas turísticas, mas o câmbio nem sempre é o melhor — leve alguma quantia em sol para o dia a dia.

Precisa de vacina para entrar no Peru?

Para as regiões de altitude (Cusco, Titicaca, Machu Picchu) normalmente não há exigência específica. Para áreas de selva pode ser recomendada a vacina de febre amarela. Consulte seu médico e as fontes oficiais antes de viajar.

Quantos dias são suficientes no Peru?

Entre 7 e 10 dias dá pra fazer Lima, Cusco, Vale Sagrado e Machu Picchu com calma. Somando o Titicaca, conte 12 a 14 dias.

Como chegar a Machu Picchu?

De Cusco ou Ollantaytambo você pega o trem até Aguas Calientes e de lá sobe de ônibus (ou a pé) até a entrada. Ingressos e trem esgotam — reserve com antecedência.

O mal de altura é perigoso?

Na maioria dos casos é desconforto passageiro. Suba devagar, descanse e hidrate-se. Sintomas fortes ou persistentes pedem atenção médica.

Dá pra usar cartão no Peru?

Sim, em hotéis, restaurantes e lojas maiores. Ainda assim, leve dinheiro vivo para feiras, táxis e lugares menores.

Antes de ir

Deixe esses cinco itens resolvidos com antecedência:

  • Seguro viagem — cobre imprevistos, inclusive mal de altura: Seguros Promo
  • Cartão sem IOF — carrega por Pix e paga em qualquer moeda sem conversão: ether.fi
  • eSIM — internet ao pousar, sem procurar chip: Airalo
  • Passagens — compare rotas e voos internos: Kiwi
  • VPN — protege sua conexão em Wi-Fi público: NordVPN

Como a My ajuda no seu roteiro pelo Peru

A My é a IA que organiza a viagem com você. Ela monta o roteiro dia a dia, mostra o clima por cidade, desenha o mapa com a rota entre Lima, Cusco e Machu Picchu, dá estimativa de custos (considerando o número de pessoas) e acompanha seus gastos em qualquer moeda com conversão automática, com divisão de gastos pra fechar as contas em paz. Tem ainda diário de voos, agenda com lembretes e exportação (Google, Apple, Outlook), mala e documentos, recordações e a opção de compartilhar a viagem com quem vai junto. Funciona como PWA e em vários idiomas. Só lembrando: a My não vende nem reserva nada — ela é sua copiloto de organização. 🗺️

Bora tirar o Peru do "um dia eu vou"? Teste a My grátis por 7 dias e monte seu roteiro pelo Peru em minutos. 👉 Começar agora


Continue explorando: Lima · Cusco · Machu Picchu · Vale Sagrado · Lago Titicaca

Planeje a próxima viagem conversando.

7 dias grátis, sem cartão. A My monta seu primeiro roteiro em 2 minutos.

Começar grátis

Veja como funciona o planejador de roteiro com IA e a divisão de gastos em grupo.

Continue planejando

Ver todos os artigos →