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Vietnã: guia completo para brasileiros (visto, roteiro e dicas)

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Equipe My Way
8 de agosto de 2026 · 15 min de leitura

O Vietnã é daqueles países que grudam na memória. Um dia você tá tomando café com leite condensado num banquinho de plástico em Hanói, no outro tá de barco entre pedras gigantes na Baía de Ha Long, e três dias depois tá cruzando arrozais verdes de scooter no norte gelado. É um país comprido, barato, intenso e absurdamente bonito — e um dos melhores lugares do mundo pra quem quer viajar muito gastando pouco.

Mas justamente por ser comprido (são mais de 1.600 km do norte ao sul), o Vietnã confunde bastante na hora de planejar. A melhor época muda conforme a região, o visto tem pegadinha, o dinheiro tem tantos zeros que dá até susto, e atravessar a rua vira esporte radical. Bora organizar tudo com calma, do jeitinho amiga que já passou por isso.

🔹 Resposta rápida Brasileiro precisa de visto pro Vietnã — o e-Visa, solicitado online no site oficial do governo antes de viajar (não dá pra chegar sem). O país é comprido, então a melhor época varia por região: o centro (Hoi An, Hue, Da Nang) brilha de fevereiro a agosto, enquanto o norte (Hanói, Sapa) é melhor de outubro a abril. Um roteiro clássico norte → sul pede de 12 a 18 dias. É muito barato, seguro pra viajar e a moeda (dong) tem muitos zeros — leve dinheiro e um cartão sem IOF. Monte tudo com a My em minutos.

O que fazer no Vietnã?

O Vietnã entrega quase todos os tipos de viagem numa faixa só de terra. Tem cidade caótica e cheia de energia, tem natureza de tirar o fôlego, tem praia, tem montanha, tem história pesada e tem uma das melhores comidas de rua do planeta.

Você pode passar a manhã explorando cavernas gigantescas em Phong Nha, a tarde de bicicleta entre lanternas coloridas em Hoi An, e a noite comendo pho num boteco de calçada por menos de dois dólares. Dá pra fazer trekking nos arrozais em terraço de Sapa, cruzar de barco os canais flutuantes do Delta do Mekong, mergulhar em Phu Quoc ou simplesmente sentar num café e ver o formigueiro de motos passar. E como é barato, você faz muito mais coisa por muito menos do que gastaria em quase qualquer outro destino.

Quais são os principais destinos do Vietnã?

Como o país é longo, vale entender ele por trechos: norte, centro e sul. Aqui vão os lugares que valem cada minuto.

  • Hanói (norte): a capital, caótica e encantadora. Bairro Antigo labiríntico, cafés escondidos, o lago Hoan Kiem, comida de rua incrível e o famoso "café de ovo". É a porta de entrada natural pro norte.
  • Baía de Ha Long (norte): o cartão-postal do país. Milhares de formações de pedra calcária brotando de um mar verde-esmeralda. O jeito clássico é fazer um cruzeiro de 1 a 2 noites, dormindo a bordo. Ha Long lotou? A Baía de Lan Ha, ao lado, é mais tranquila e igualmente linda.
  • Ninh Binh (norte): apelidada de "Ha Long em terra firme". Pedras calcárias iguais, mas cercadas por arrozais e rios onde você anda de barquinho a remo. Menos turística e muito fotogênica.
  • Sapa e os arrozais (norte): montanhas, aldeias de minorias étnicas e os famosos arrozais em terraço. Trekking espetacular, clima frio e visual de outro mundo, principalmente na época da colheita.
  • Hue (centro): a antiga capital imperial. Cidadela murada, tumbas dos imperadores e história pra caramba. Cidade tranquila e cheia de charme.
  • Da Nang (centro): cidade praiana moderna, com a famosa Ponte Dourada (aquela segurada por duas mãos gigantes) nas colinas de Ba Na Hills. Boa base e ótimo aeroporto.
  • Hoi An (centro): a queridinha de todo mundo. Cidade antiga fechada pra carros, casas amarelas, milhares de lanternas de papel acendendo ao entardecer, alfaiates que fazem roupa sob medida em um dia. Romântica e mágica.
  • Phong Nha (centro): parque nacional com algumas das maiores cavernas do mundo. Cenário jurássico de floresta e rios. Perfeito pra quem curte aventura.
  • Ho Chi Minh / Saigon (sul): a metrópole vibrante do sul. Trânsito insano, mercados, história da Guerra do Vietnã (Museu dos Vestígios da Guerra, túneis de Cu Chi) e vida noturna agitada.
  • Delta do Mekong (sul): os canais e mercados flutuantes do grande rio. Passeios de barco, plantações de frutas e a vida ribeirinha do sul.

O Vietnã é comprido: qual a melhor época pra ir?

Essa é a parte que mais confunde, então vale grifar: não existe uma única "melhor época" pro Vietnã. O país é tão longo que, no mesmo mês, pode estar ensolarado no sul e chuvoso no centro. O segredo é olhar por região.

De forma geral, os meses de fevereiro a abril são os mais equilibrados pro país inteiro — dá pra combinar norte, centro e sul sem pegar chuva forte demais em nenhum lugar. Se você tem data fixa, use a tabela abaixo pra ajustar o roteiro.

RegiãoCidades principaisMelhor épocaO que evitar
NorteHanói, Ha Long, Sapa, Ninh BinhOutubro a abril (outono/inverno seco)Verão (jun-ago): calor e chuva; inverno pode ficar frio em Sapa
CentroHue, Da Nang, Hoi AnFevereiro a agosto (seco e ensolarado)Set-nov: temporada de tufões e enchentes
SulHo Chi Minh, Mekong, Phu QuocDezembro a abril (seca)Maio a outubro: estação chuvosa (chuvas curtas e fortes)

Uma dica de amiga: evite viajar durante o Tet (Ano Novo vietnamita, geralmente entre fim de janeiro e início de fevereiro). É lindo culturalmente, mas muita coisa fecha, tudo lota e os preços disparam.

Vietnã

Quantos dias ficar e qual roteiro fazer?

O roteiro mais clássico é descer o país de norte a sul (ou o contrário), pegando um voo interno pra encurtar distâncias. Não tente ver tudo: o Vietnã é grande e correr demais estraga a viagem.

  • 7 a 9 dias (só um pedaço): escolha norte OU centro. Ex.: Hanói + Ha Long + Ninh Binh, ou Da Nang + Hoi An + Hue.
  • 12 a 14 dias (o clássico): Hanói → Ha Long → voo pro centro → Hoi An/Hue/Da Nang → voo pra Ho Chi Minh → Delta do Mekong. Dá pra ver o melhor do país sem sufoco.
  • 18 a 21 dias (completo): o roteiro acima + Sapa no norte e/ou Phong Nha no centro, com mais folga pra respirar.

Se você tem só duas semanas, meu conselho é fazer o clássico e usar voos internos entre os três blocos. Trem e ônibus são charmosos, mas comem muitas horas. A My monta esse encaixe de dias, transporte e cidades no seu ritmo — sem você ficar horas no mapa.

Brasileiro precisa de visto pro Vietnã?

Sim. O Vietnã exige visto de brasileiros, e a forma mais comum é o e-Visa (visto eletrônico). Você solicita online, no site oficial do governo vietnamita, antes de viajar — não dá pra simplesmente aparecer no aeroporto e resolver na hora.

Pontos importantes:

  • O e-Visa é pedido pela internet, com foto e cópia do passaporte digitalizadas, e a aprovação costuma sair em poucos dias úteis (peça com antecedência, sem deixar pra última hora).
  • O passaporte precisa estar válido por pelo menos 6 meses a partir da entrada, com páginas em branco.
  • Cuidado com sites intermediários que cobram caro e se passam pelo oficial. Confira sempre o endereço oficial do governo do Vietnã antes de pagar qualquer coisa.
  • As regras de visto mudam de tempos em tempos (validade, número de entradas, taxas). Sempre confirme os detalhes atualizados no site oficial perto da sua viagem.

Não é burocracia de bicho de sete cabeças, mas é um passo que você precisa fazer antes de embarcar. Deixe isso resolvido logo no começo do planejamento.

Preciso de chip ou eSIM no Vietnã?

O Vietnã tem internet boa e barata, e você vai querer estar conectada pra chamar Grab, usar mapa e traduzir cardápio. A opção mais prática é um eSIM, que você ativa antes de embarcar e já chega com internet funcionando, sem procurar loja nem trocar chip físico.

Dá pra resolver com o Airalo, que tem planos de dados pro Vietnã fáceis de configurar direto no celular. Se seu aparelho for mais antigo e não aceitar eSIM, dá pra comprar um chip local no aeroporto também — mas o eSIM é bem menos dor de cabeça.

Uma dica extra: se você quiser acessar seus apps do jeitinho brasileiro (banco, streaming) com mais segurança nas redes de wi-fi público de hostels e cafés, uma VPN como a NordVPN ajuda a manter a navegação protegida.

Vietnã

Como funciona o dinheiro e o cartão no Vietnã?

A moeda é o dong vietnamita (VND), e aqui vai o maior choque cultural financeiro da viagem: são MUITOS zeros. Uma refeição pode custar 50.000, uma diária 700.000, e você vira milionário rapidinho. É fácil se confundir e pagar 10x mais por engano, então preste muita atenção nos zeros.

Uma dica que salva: mentalmente, corte três zeros e você tem uma aproximação grosseira em outra escala. Vá com calma nas primeiras compras.

Sobre pagamento:

  • Dinheiro em espécie ainda manda muito, principalmente em boteco de rua, mercado, táxi e cidade pequena. Sempre tenha dong em mãos.
  • Cartão funciona em hotéis, restaurantes maiores e lojas nas cidades grandes, mas nem sempre em lugares pequenos.
  • Vale levar um cartão internacional sem IOF pra pagar e sacar sem tomar tarifa cheia. Uma opção é o cartão da Ether.fi, que ajuda a fugir do IOF nas compras internacionais.
  • Saques em caixas eletrônicos costumam ter limite baixo por operação e cobram taxa — sacar um valor maior de uma vez compensa.

Importante lembrar: a My não faz câmbio, não vende moeda e não é agência. Ela te ajuda a planejar a viagem e organizar o orçamento; a parte de dinheiro você resolve no seu banco e cartão.

Como se locomover pelo Vietnã?

Por ser comprido, o Vietnã combina vários meios de transporte:

  • Voos internos: a melhor forma de vencer as grandes distâncias entre norte, centro e sul. São baratos e economizam horas preciosas. Vale comparar tarifas — dá pra achar passagens boas usando ferramentas como o Kiwi.
  • Trem: o histórico Reunification Express corta o país de Hanói a Ho Chi Minh. É charmoso e cênico, mas lento. Ótimo pra trechos curtos (tipo Hue–Da Nang, que é lindíssimo).
  • Ônibus-leito (sleeper bus): rede enorme e barata, com poltronas-cama pra trechos noturnos. Econômico, mas nem sempre confortável.
  • Cruzeiro na Baía de Ha Long: aqui o "transporte" é o passeio. Dormir a bordo entre as pedras é uma das experiências mais marcantes do país.
  • Grab: o "Uber" do sudeste asiático. Funciona pra carro e pra mototáxi nas cidades, com preço fechado no app — o que evita negociação e golpe de táxi.

Posso alugar carro ou moto? Preciso de PID?

A scooter é praticamente a alma do Vietnã. Você vê famílias inteiras (e às vezes um cachorro) numa moto só, e alugar uma scooter é a forma mais autêntica e barata de explorar arrozais, praias e vilarejos. Mas — e é um mas grande — o trânsito é caótico. Milhões de motos em fluxo constante, buzina o tempo todo, e regras que funcionam mais na base do improviso.

Se você for dirigir (carro ou moto):

  • Você precisa da sua CNH acompanhada da PID (Permissão Internacional para Dirigir), tirada no Detran antes de viajar. Sem PID, sua habilitação brasileira pode não ser aceita, e você fica sem cobertura de seguro em caso de acidente.
  • Nunca ande de scooter sem experiência prévia e sem capacete. Acidentes de moto são a principal causa de problemas com turistas no país.
  • Contrate um seguro viagem que cubra condução de moto — muitos seguros básicos NÃO cobrem, então leia as letrinhas.

Sinceramente? Muita gente prefere contratar um motorista ou usar Grab e ônibus pra vencer distância, deixando a scooter só pra passeios curtos e tranquilos em lugares calmos (tipo as ilhas ou o interior). Não tem vergonha nenhuma nisso — é questão de segurança.

Vietnã

Onde ficar no Vietnã por faixa de preço?

O Vietnã é um paraíso de custo-benefício em hospedagem. Você paga pouco e dorme muito bem.

FaixaDiária aproximada (casal)O que esperar
EconômicaUS$ 8 a 20Hostels ótimos, guesthouses familiares, quartos limpos e simples
IntermediáriaUS$ 25 a 60Hotéis boutique charmosos, muitos com piscina e café da manhã incluso
Alto padrãoUS$ 80 a 250+Resorts de praia, cruzeiros de luxo em Ha Long, hotéis históricos

Nas cidades, fique perto do centro histórico (Bairro Antigo em Hanói, cidade antiga em Hoi An) pra andar tudo a pé. Em Ha Long, mais do que hotel, o que vale é o cruzeiro a bordo.

Quanto custa viajar pelo Vietnã?

Curto e direto: é muito barato. O Vietnã está entre os destinos mais econômicos do mundo pra brasileiro.

  • Refeição de rua: US$ 1 a 3 (um pho, um banh mi, um café gelado)
  • Refeição em restaurante: US$ 5 a 12
  • Cerveja local: menos de US$ 1
  • Hospedagem: a partir de US$ 8 a 20 a diária
  • Voo interno: US$ 30 a 70 por trecho
  • Cruzeiro em Ha Long (1 noite): US$ 60 a 150 por pessoa

Com um orçamento de US$ 35 a 60 por dia (fora voo internacional e visto) já dá pra viajar muito bem no estilo mochilão-confortável. Uma coisa que NÃO vale economizar é o seguro viagem — com scooter, trekking e comida diferente na jogada, ter cobertura médica é essencial. Dá pra comparar planos no Seguros Promo.

Quais os golpes comuns e como atravessar a rua?

O Vietnã é seguro, mas tem os golpezinhos clássicos de turista. Nada que te impeça de viajar — só fique esperta:

  • Táxi com taxímetro alterado ou "quebrado": use Grab pra ter preço fechado no app.
  • Troco errado: por causa dos muitos zeros, é fácil te devolverem uma nota de valor bem menor. Confira sempre.
  • Preço inflado pra turista em mercados e passeios: pechinche com bom humor, sempre.
  • Cyclo e vendedores insistentes que colocam a mercadoria na sua mão e depois cobram: só recuse com firmeza e siga.

E agora o "esporte nacional": atravessar a rua. Nas grandes cidades, o trânsito de motos parece não parar nunca, e você pode ficar minutos esperando um espaço que não vem. O segredo é contra-intuitivo: caminhe devagar, em ritmo constante e sem parar de repente. As motos se ajustam ao seu movimento e desviam de você, como um cardume. O erro fatal é congelar no meio ou correr de susto — aí sim confunde todo mundo. Vá com calma, olhe pros dois lados, e confie no "fluxo".

O Vietnã é seguro pra viajar?

Sim, o Vietnã é considerado um dos destinos mais seguros do sudeste asiático pra turistas, inclusive pra mulheres viajando sozinhas. Crimes violentos contra visitantes são raros. Os riscos reais são mais prosaicos: pequenos furtos em áreas lotadas, os golpezinhos comerciais acima e, principalmente, acidentes de trânsito (por isso tanto cuidado com scooter).

Bom senso de sempre resolve: guarde bem seus pertences em multidões, não exiba objetos caros, cuidado ao dirigir e tenha seguro viagem. Fora isso, é um país acolhedor, hospitaleiro e tranquilo de explorar.

Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto ou e-Visa pro Vietnã?

Sim. O Vietnã exige visto de brasileiros. A forma mais comum é o e-Visa, solicitado online no site oficial do governo vietnamita antes de viajar. Não dá pra chegar sem. Confirme sempre as regras e taxas atualizadas no site oficial perto da viagem.

Qual a melhor época pra visitar o Vietnã?

Depende da região. De forma geral, fevereiro a abril funciona bem pro país inteiro. Norte é melhor de outubro a abril; centro, de fevereiro a agosto; sul, de dezembro a abril. Evite a temporada de tufões no centro (setembro a novembro).

Quantos dias são necessários no Vietnã?

Pra ver o clássico norte a sul sem correria, reserve de 12 a 14 dias. Com 18 a 21 dias dá pra incluir Sapa e Phong Nha com folga. Se tiver só 7 a 9 dias, escolha uma região só.

O Vietnã é seguro?

Sim, é um dos países mais seguros do sudeste asiático pra turistas. Os maiores riscos são acidentes de trânsito (cuidado com scooter) e pequenos golpes comerciais, não violência.

O Vietnã é caro?

Muito pelo contrário — é dos destinos mais baratos do mundo. Dá pra viajar bem com US$ 35 a 60 por dia, fora o voo internacional e o visto.

Preciso saber falar vietnamita?

Ajuda saber algumas palavras, mas nas áreas turísticas você se vira com inglês básico e apps de tradução. Um sorriso e gestos resolvem muita coisa.

Posso beber água da torneira?

Não. Beba sempre água engarrafada ou filtrada. Também vale cuidado com gelo em lugares muito simples, embora nas cidades ele costume ser industrial e seguro.

Preciso de PID pra alugar moto no Vietnã?

Sim, você precisa da CNH acompanhada da Permissão Internacional para Dirigir (PID). Sem ela, sua habilitação pode não ser aceita e o seguro não cobre acidentes. Confirme que seu seguro viagem cobre condução de moto.

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O Vietnã é uma viagem de encaixe: visto na hora certa, época certa pra cada região, voos internos ligando norte-centro-sul e um roteiro que não te deixe correndo. É exatamente o tipo de quebra-cabeça que a My, a assistente de viagens com IA do My Way, monta com você em minutos — no seu ritmo, com o seu estilo e o seu orçamento.

Ela ajuda a montar roteiro dia a dia, organizar os destinos e tirar dúvidas de planejamento. O que a My não faz: ela não reserva, não vende passagem, não é agência e não faz câmbio — essa parte fica com você e seus apps de confiança. Ela é a amiga que entende de viagem e te poupa horas de pesquisa.

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